domingo, 6 de dezembro de 2015

NATAL EM FAMÍLIA 2015 - 7º dia - A MISERICÓRDIA SUPERA A JUSTIÇA





. Acolhida/animador                   . Canto à escolha                          
. Oração de abertura:
T – Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
A  - Vamos a Belém ver o que lá se realizou.
T – Senhor, vamos seguir a estrela da paz.
A – O caminho nos convida à reflexão.
T – O Vosso amor, Senhor, não tem limites.
A – Há muito que esperamos um Redentor.
T – Terá a Vossa promessa, Senhor, se concretizado?
A – A salvação chegou e está numa simples gruta.
T – Senhor, nós Vos louvamos por tanta bondade.
A – A humanidade está em festa. O universo celebra.
T – É tempo de perdão, de partilha, de alegria.
A – Deus assumiu a nossa carne, fez-se um de nós.
T – Sois o Deus Conosco. O céu veio à Terra.
A – Olhemos: ali estão Maria, José e o recém-nascido.
T – Viva o nosso Deus! Viva o nosso Libertador!
A – Este Menino foi anunciado pelos profetas.
T – Bem-vindo, Senhor! Nós Vos adoramos e bendizemos.
A – Ele quis nascer e crescer numa família humana.
T – Sois um conosco: o Criador fez-se criatura por amor.
A – Maria é a Mãe, a que disse “sim” a Deus.
T – Louvado sois, Senhor, pela vossa e nossa Mãe.
A - José, homem de fé, colocou-se a serviço de Deus.
T – Obrigado, Senhor, pelo pai a quem confiastes vosso Filho.
A - O Menino está dormindo enquanto olha por nós.
T – Vós sois o rosto da misericórdia de nosso Deus.
A – Tudo nele é expressão e realização de uma promessa.
T – Não fomos abandonados; o Senhor está aqui. Aleluia!
A – Quem poderia imaginar que tudo isso acontecesse?
T – Vós Senhor, nos surpreendeis com Vossa ternura.
A – Aceitai o nosso carinho, o nosso coração em festa.
T – Nós Vos adoramos, Senhor da Vida em plenitude.
A – Viemos para vê-lo, para acolhê-Lo entre nós.
T – Abençoai este nosso encontro. Viemos para ficar.
A – Estamos aqui para partilhar Convosco o que somos e temos.
T – Só Vós sois o nosso Deus e Senhor! Amém!
I CAMINHEMOS COM OS PASTORES!
A – Os pastores estão conversando.
T – “Vamos já a Belém e vejamos o que aconteceu, e o que o Senhor nos deu a conhecer” (Lc 2,15b)
A – Vamos com eles, louvando o Senhor.
T – “Eu te bendirei todos os dias, e louvarei teu nome para sempre e eternamente” (Sl 145,2)
A – Caminhemos com os pastores. A promessa está se cumprindo.
T – “Celebro teu nome, por teu amor e verdade, pois tua promessa supera tua fama” (Sl 138,2b)
A – Cantemos com alegria, celebrando a misericórdia de Deus.
T - (cantando) Nosso Natal será abençoado/ pois o Senhor vai derramar o seu amor.// Derrama, ó Senhor/ derrama, ó Senhor,/ derrama sobre nós o seu amor. (2 x)
II – O PAI, O PASTOR, A MULHER
L 1 – Jesus gostava de contar parábolas e fazer comparações para que o povo entendesse o que Ele queria revelar sobre Deus e o seu reinado sobre a terra. Quem O ouvia ficava admirado que se pudesse falar de Deus com tanta simplicidade e autoridade.
T“As multidões ficaram extasiadas com o seu ensinamento, porque as ensinava com autoridade e não como os seus escribas” (Mt 7, 28-29).
L 2 – Muitas das parábolas de Jesus têm como ensinamento a misericórdia de Deus e o nosso compromisso de termos misericórdia uns com os outros.
T“A misericórdia faz parte não somente do conceito de Deus, mas é algo que caracteriza a vida de todo o povo de Israel e de cada um dos seus filhos e filhas” (DM 29).
L 3 – Lembremos aqui das parábolas da ovelha perdida, da mulher que procura a moeda, do pai que espera e acolhe o filho que abandonou a casa. O pastor, a mulher e o pai são profundamente misericordiosos. Poderiam ter dito: “O que se perdeu, perdido está”. Mas não. Eles amam e por isso vão além da justiça, a superam com a misericórdia.
T – “O amor se transforma em misericórdia quando é preciso ir além da norma exata da justiça: precisa e, muitas vezes, demasiado estrita” (DM 39).
L 1 – Na parábola do pai misericordioso, quem abandona a casa é o filho, levando parte da herança que lhe cabe por direito. Saiu porque quis, optou livremente. Se o pai não o quisesse receber em sua volta, depois do arrependimento, estaria sendo justo, pois fizera pelo filho o que este pedira. De maneira alguma haveria injustiça se o pai o tratasse como a um de seus empregados.
T – “Essa seria a exigência da ordem da justiça, até porque o filho, com o seu modo de comportar-se, não tinha somente dissipado a parte da herança que lhe cabia, mas tinha também magoado profundamente e ofendido o seu pai” (DM 39).
L 2 – Mas o pai foi além da justiça e o acolheu com misericórdia, perdoando a sua falta.
T“Tratava-se, afinal, de seu filho; essa relação não podia ser destruída por nenhuma espécie de comportamento” (DM 39).
III – ESCUTEMOS O PAPA FRANCISCO
A – “Nas parábolas dedicadas à misericórdia, Jesus revela a natureza de Deus como a de um Pai que nunca se dá por vencido enquanto não tiver dissolvido o pecado e superada a recusa com a compaixão e a misericórdia.
T – Conhecemos estas parábolas, três em especial: as da ovelha extraviada e da moeda perdida, e a do pai com seus dois filhos.
A – Nestas parábolas, Deus é apresentado sempre cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. Nelas, encontramos o núcleo do Evangelho e da nossa fé, porque a misericórdia é apresentada como a força que tudo vence, enche o coração de amor e consola com o perdão.
T – A misericórdia de Deus é a sua responsabilidade por nós. Ele sente-se responsável, isto é, deseja o bem e quer ver-nos felizes, cheios de alegria e serenos”  (MV 9).
IV – A SAGRADA ESCRITURA ENSINA
- Canto (à escolha) de acolhida da Palavra.
- O leitor 1 proclama o texto de Lucas 15, 11-32.
V – FATO DA BÍBLIA
L 1 – Joana saiu de casa pela porta da frente, gritando aos pais e irmãos que jamais voltaria a por os pés naquele “chiqueiro”. Queria ficar longe de quem não deixava ela fazer o que quisesse da vida; então que “se danassem todos”. Dormiu na rua, não encontrou trabalho, prostituiu-se, engravidou. Teve que voltar para a casa que abandonou. O que fizeram seus pais e seus irmãos? A abraçaram chorando, felizes...
T – “É preciso que o rosto da misericórdia seja sempre descoberto de maneira nova” (DM 44).
VI – VAMOS REFLETIR PARA AGIR
1 – Em que sentido a misericórdia supera a justiça?
2 – Qual a lição central da parábola do pai misericordioso?
3 – Como seria o mundo se não houvesse a misericórdia?
4 – Existem, em nossa realidade, histórias parecidas como a da Joana?
VII – CONCLUSÃO
- Preces espontâneas. Depois de cada uma delas, reza-se junto: Senhor, ensinai-nos a amar de todo o coração.
. Comunicados                               . Canto                         . Oração e bênção                       
Envia teu espírito Senhor
Envia teu Espírito Senhor,/ e renova a face da terra (bis)

Oração final e bênção:
A – Senhor, como é bom estarmos Convosco.
T – Obrigado porque viestes ao nosso encontro.
A – Vosso amor nos surpreende: é eterno.
T – Obrigado porque nos trouxestes a salvação.
A – Nunca vimos um amor igual ao Vosso.
T – Vossa encarnação dá sentido ao que somos.
A – O universo proclama a Vossa misericórdia.
T – Acolhei-nos e dai-nos uma vida nova.
A – Peçamos a bênção do menino Jesus por esta família que nos recebe e acolhe em seu lar.
T(Estendendo uma das mãos) Senhor,/ que viestes até nós/ nascendo numa família,/ abençoai esta casa/ e todos os que aqui moram./ Tenham o pão de cada dia;/ e que a paz esteja em seus corações./ Vinde a este lar/ e acompanhai a cada um/ em todos os momentos/ de alegria e de tristeza,/ de saúde e de doença,/ de trabalho e de lazer./ À Vossa misericórdia confiamos esta família, ó menino Jesus./ Amém.
A – Peçamos que as crianças recebam do Menino Deus tudo o que precisam para serem felizes e assim alegrarem os seus pais e demais familiares.
T(Estendendo uma das mãos) Senhor,/ abençoai estas crianças,/ para que cresçam como Vós crescestes,/ em idade, sabedoria e graça./ Acompanhai-as em todas as suas atividades,/ e protegei-as de todos os males./ Amém.
.- Rezam-se um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.
A – Oremos pedindo que o Senhor abençoe a todos nós:
T – “O Senhor nos abençoe e nos guarde!/ O Senhor faça resplandecer o seu rosto misericordioso sobre nós!/ O Senhor nos mostre a sua face e nos conceda a sua paz!/ Amém! (cf. Nm 6, 24-26)
Durante o canto pode-se aspergir as pessoas e a casa com água benta. Para tanto observem-se as normas da Diocese.

sábado, 5 de dezembro de 2015

NATAL EM FAMÍLIA 2015 - 6º dia - MISERICÓRDIA ATÉ NA CRUZ




. Acolhida/animador                   . Canto à escolha                         
 . Oração de abertura:
T – Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
A  - Vamos a Belém ver o que lá se realizou.
T – Senhor, vamos seguir a estrela da paz.
A – O caminho nos convida à reflexão.
T – O Vosso amor, Senhor, não tem limites.
A – Há muito que esperamos um Redentor.
T – Terá a Vossa promessa, Senhor, se concretizado?
A – A salvação chegou e está numa simples gruta.
T – Senhor, nós Vos louvamos por tanta bondade.
A – A humanidade está em festa. O universo celebra.
T – É tempo de perdão, de partilha, de alegria.
A – Deus assumiu a nossa carne, fez-se um de nós.
T – Sois o Deus Conosco. O céu veio à Terra.
A – Olhemos: ali estão Maria, José e o recém-nascido.
T – Viva o nosso Deus! Viva o nosso Libertador!
A – Este Menino foi anunciado pelos profetas.
T – Bem-vindo, Senhor! Nós Vos adoramos e bendizemos.
A – Ele quis nascer e crescer numa família humana.
T – Sois um conosco: o Criador fez-se criatura por amor.
A – Maria é a Mãe, a que disse “sim” a Deus.
T – Louvado sois, Senhor, pela vossa e nossa Mãe.
A - José, homem de fé, colocou-se a serviço de Deus.
T – Obrigado, Senhor, pelo pai a quem confiastes vosso Filho.
A - O Menino está dormindo enquanto olha por nós.
T – Vós sois o rosto da misericórdia de nosso Deus.
A – Tudo nele é expressão e realização de uma promessa.
T – Não fomos abandonados; o Senhor está aqui. Aleluia!
A – Quem poderia imaginar que tudo isso acontecesse?
T – Vós Senhor, nos surpreendeis com Vossa ternura.
A – Aceitai o nosso carinho, o nosso coração em festa.
T – Nós Vos adoramos, Senhor da Vida em plenitude.
A – Viemos para vê-lo, para acolhê-Lo entre nós.
T – Abençoai este nosso encontro. Viemos para ficar.
A – Estamos aqui para partilhar Convosco o que somos e temos.
T – Só Vós sois o nosso Deus e Senhor! Amém!
I – EIS QUE CHEGA O SALVADOR!
A – Deus surpreende: o Ungido é o Filho.
T – “As primeiras coisas lá se realizaram, agora vos anuncio outras, novas” (Is 42,9)
A – Aquele que chega é o Senhor da Vida.
T – “A glória de Deus há de revelar-se, e toda a carne, de uma só vez, o verá” (Is 40,5)
A – Ele é o Salvador. Salva pela misericórdia.
T – “O fruto da justiça será a paz, e a obra da justiça consistirá na tranquilidade e na paz para sempre” (Is 32,17)
A – Cantemos com alegria, celebrando a misericórdia de Deus.
T - (cantando) Nosso Natal será abençoado/ pois o Senhor vai derramar o seu amor.// Derrama, ó Senhor/ derrama, ó Senhor,/ derrama sobre nós o seu amor. (2 x)
II – “PAI, PERDOA-LHES”
L 1 – A vida toda de Jesus está envolta na misericórdia da trindade. Porque Deus é amor, Ele nunca deixou de trabalhar pela nossa salvação. Mesmo estando distante Dele, Ele nos procurou e, em Jesus, nos reconciliou, devolvendo-nos a vida que havíamos perdido.
T“Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele quem nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima da expiação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10).
L 2 – Como consequência da boa notícia do Reino de Deus, isto é, da presença salvadora de Deus em toda a terra, Jesus foi caluniado, perseguido, preso, condenado, flagelado e crucificado. Ele não fugiu nem cedeu à tentação do caminho mais fácil. Amou a humanidade até a entrega total.
T“Na sua morte de cruz, cumpre-se aquele virar-se de Deus contra si próprio, com o qual ele se entrega para levantar o ser humano e salvá-lo, o amor na sua forma mais radical” (DCE 12).
L 3 – Quem poderia imaginar que Deus se fizesse humano sem deixar de ser Deus e morresse por amor à humanidade? Só um amor infinito, que não põe nenhuma condição para amar, pode chegar a morrer como culpado mesmo sendo inocente.
T – Jesus “é preso, ultrajado, condenado, flagelado, coroado de espinhos, é pregado na cruz e morre no meio de tormentos atrozes. É então que se apresenta particularmente digno de misericórdia dos homens a quem faz o bem; e não a recebe” (DM 46).
L 1 – E qual foi a sua reação? À violência propôs a paz, à calúnia ofereceu a verdade, à agressão respondeu com o perdão.
T – “Pai, perdoa-lhes: não sabem o que fazem” (Lc 23,34).
III – ESCUTEMOS O PAPA FRANCISCO
A – “Ao pé da cruz, Maria, juntamente com João, o discípulo do amor, é testemunha das palavras de perdão que saem dos lábios de Jesus.
T – O perdão supremo oferecido a quem O crucificou, mostra-nos até onde pode chegar a misericórdia de Deus.
A – Maria atesta que a misericórdia do Filho de Deus não conhece limites e alcança a todos, sem excluir ninguém. Dirijamo-lhe a oração, antiga e sempre nova, da Salve Rainha, pedindo-lhe que nunca se canse de volver para nós os seus olhos misericordiosos e nos faça dignos de contemplar o rosto da misericórdia, seu Filho Jesus.
T – Maria guardou, no seu coração, a misericórdia divina em perfeita sintonia com o seu Filho Jesus”  (MV 24).
IV – A SAGRADA ESCRITURA ENSINA
- Canto (à escolha) de acolhida da Palavra.
- O leitor 3 proclama o texto de Colossenses 1, 15-20.
V – FATO DA BÍBLIA
L 1 – Lembremos de dois dos doze discípulos que Jesus constituiu apóstolos: Judas e Pedro. Judas traiu e, depois de perceber o que tinha feito, entrou em desespero. Quando tentou desfazer o que fez, era tarde demais.
T – “Ele, atirando as moedas no Templo, retirou-se e foi enforcar-se” (Mt 27,51).
L 2 – Pedro negou a Cristo três vezes, arrependeu-se e chorou amargamente. Mas não se desesperou. Tornou-se o primeiro papa, depois de por três vezes assumir o seu amor a Jesus.
T – “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo” (Jo 21,17).
L 3 – Pedro confiou na misericórdia de Deus, Judas não.
VI – VAMOS REFLETIR PARA AGIR
1 – Por que Jesus doou-se até a morte na cruz?
2 – Como a misericórdia de Deus manifestou-se na paixão, morte e ressurreição de Jesus?
3 – Pode existir amor humano igual ao amor de Deus por nós?
4 – O que aprendemos com as histórias de Pedro e Judas?
VII – CONCLUSÃO
- Preces espontâneas. Depois de cada uma delas, reza-se junto: Senhor, ensinai-nos a amar como Vós amastes.
. Comunicados                                . Canto                         . Oração e bênção                       
Pelas estradas da vida
Pelas estradas da vida,/ nunca sozinho estás./ contigo, pelo caminho,/ santa Maria vai.
Ó vem conosco, vem caminhar,/ santa Maria, vem! (bis)
Mesmo que digam os homens:/ tu nada podes mudar,/ luta por um mundo novo/ de unidade e paz.
Se pelo mundo, os homens,/ sem conhecer-se, vão,/ não negues nunca a tua mão/ a quem te encontrar.
Se parecer tua vida/ inútil caminhar./ Lembra que abres caminho,/ outros te seguirão.

Oração final e bênção:
A – Senhor, como é bom estarmos Convosco.
T – Obrigado porque viestes ao nosso encontro.
A – Vosso amor nos surpreende: é eterno.
T – Obrigado porque nos trouxestes a salvação.
A – Nunca vimos um amor igual ao Vosso.
T – Vossa encarnação dá sentido ao que somos.
A – O universo proclama a Vossa misericórdia.
T – Acolhei-nos e dai-nos uma vida nova.
A – Peçamos a bênção do menino Jesus por esta família que nos recebe e acolhe em seu lar.
T(Estendendo uma das mãos) Senhor,/ que viestes até nós/ nascendo numa família,/ abençoai esta casa/ e todos os que aqui moram./ Tenham o pão de cada dia;/ e que a paz esteja em seus corações./ Vinde a este lar/ e acompanhai a cada um/ em todos os momentos/ de alegria e de tristeza,/ de saúde e de doença,/ de trabalho e de lazer./ À Vossa misericórdia confiamos esta família, ó menino Jesus./ Amém.
A – Peçamos que as crianças recebam do Menino Deus tudo o que precisam para serem felizes e assim alegrarem os seus pais e demais familiares.
T(Estendendo uma das mãos) Senhor,/ abençoai estas crianças,/ para que cresçam como Vós crescestes,/ em idade, sabedoria e graça./ Acompanhai-as em todas as suas atividades,/ e protegei-as de todos os males./ Amém.
.- Rezam-se um Pai-Nosso e uma Ave-Maria.
A – Oremos pedindo que o Senhor abençoe a todos nós:
T – “O Senhor nos abençoe e nos guarde!/ O Senhor faça resplandecer o seu rosto misericordioso sobre nós!/ O Senhor nos mostre a sua face e nos conceda a sua paz!/ Amém! (cf. Nm 6, 24-26)
Durante o canto pode-se aspergir as pessoas e a casa com água benta. Para tanto observem-se as normas da Diocese.