sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CELEBRANDO O DIA DO IDOSO

     Hoje pela manhã, no abrigo São José, aconteceu a celebração Eucarística, onde hoje dia de São Vicente de Paulo, celebramos também o dia do idoso. O Frei Francisco Pereira foi o presidente da celebração.

 Agentes da Pastoral Familiar fazendo as preces


domingo, 22 de setembro de 2013

CARREATA DO FESTEJO DE SÃO FRANCISCO

     Hoje após a missa das 08:00h, teve início, saindo de nossa Matriz, a imagem de São Francisco em carreata pela comunidades de nossa paróquia.
Frei Roberto presidindo a celebração 
Início da carreata

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

APRESENTAÇÃO DE PAIS E BATIZANDO NA COMUNIDADE

     Hoje na Celebração Eucarística da Comunidade Nossa Senhora da Conceição, foi apresentado o casal Francisca & Edvaldo com o filho Luis Paulo que será batizado dia 22 do corrente na Matriz de São Sebastião.
 Francisca & Edvaldo com Luis Paulo no colo

PEREGRINAÇÃO DA IMAGEM DE SÃO FRANCISCO

     Hoje a noite a imagem de São Francisco, saiu da Comunidade de Aparecida e foi para Comunidade Nossa Senhora da Conceição.

Pessoal se preparando para levar a imagem até a Comunidade N. Srª da Conceição

FAMÍLIA NO PLANO DE DEUS



(Espiritualidade conjugal e familiar)
1-      A.T.: Teologia da criação: Na teologia da criação (11 primeiros capítulos do Gênesis) está a inspiração da família. Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”(Gn. 1,26). “Ele os criou homem e mulher”(Gn1,27). “Não é bom que o homem esteja só...da costela que tinha tirado o homem, o Senhor Deus formou uma mulher e apresentou ao homem”(Gn.2,18.22). “Crescei e multiplicai-vos”(Gn1,28). “O homem deixará o Pai e a mãe para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne”(Gn2,24). Mensagem do livro do Gênesis sobre a família: Através destes textos bíblicos podemos concluir: 1- A família é obra e iniciativa divina. É dom de Deus! Portanto, nunca devemos desvincular a reflexão sobre a família do plano de Deus 2- Homem e Mulher têm igual dignidade, pois foram criados à imagem e semelhança de Deus. 3- A família é imagem e semelhança da Trindade-amor, modelo de toda a família humana: Comunidade de pessoas unidas no amor. É a unidade na diversidade de pessoas. 4- O símbolo da “costela”(lado) lembra: Igualdade (nem superior, nem inferior) complementaridade, reciprocidade, companheirismo, parceria e cumplicidade em tudo. 5- A família, fruto da paternidade e maternidade, é o espaço natural da transmissão da vida (multiplicai-vos) e não o laboratório! As novas bio-tecnologias de reprodução ajudam, mas não devem substituir o relacionamento conjugal.
2-      N.T: Amor conjugal e familiar cristão. Jesus é o critério do verdadeiro amor. Amar como Jesus, isto é, com gratuidade e doação total. Amar é querer e fazer o bem sem querer nada do outro! “Só os que amam sabem dizer tu”. O amor sem “tu” não é amor. É narcisismo! (síndrome da subjetividade-“Eu”). Por isso, o verdadeiro amor é que faz a beleza, a harmonia, a serenidade, a paz e a alegria da família. Amor entre os cônjuges: Jesus elevou o amor humano dos cônjuges à dignidade de sacramento, santificando-o. O sacramento do matrimônio, recebido no dia do casamento, coloca Jesus Cristo, de modo muito especial e concreto entre os esposos. Jesus é a graça santificadora do matrimônio. Os que recebem o sacramento do matrimônio são espiritualmente enxertados em Jesus Cristo, da mesma forma como se enxerta um ramo numa videira. Jesus Cristo é a videira infinitamente fecunda e transformadora da família Cristã. O casal Cristão deve buscar sempre a santidade nas realidades próprias da existência conjugal e familiar. Fundamentado num amor autenticamente humano e cristão, que se traduz em gestos de perdão(quem ama perdoa sempre!), de diálogo fecundo, de compreensão, de respeito, de educação responsável dos filhos, de fidelidade (não há felicidade sem fidelidade), de lazer ou descontração familiar sadio (não individual), de companheirismo, de parceria e de cumplicidade no dia-a-dia. O matrimônio, que é sacramento e vocação, não pode se abalar quando chegam às dores e os contratempos que a vida sempre impõe à família. São nesses momentos que o amor se manifesta e se fortalece. Pois, as dificuldades e os fracassos, são, também, meios e oportunidades de amadurecimento e fortalecimento familiar! As contrariedades e os sacrifícios generosamente partilhados unem profundamente o casal. Por isso, o espírito de sacrifício é indispensável para fazer crescer na santidade conjugal. A vocação universal à santidade é dirigida também aos cônjuges. Eis a meta final do casal Cristão: Santificar o matrimônio, santificar-se no matrimônio e santificar os outros casais pelo testemunho do matrimônio vivido com alegria e em conformidade com o plano de Deus. Amor aos filhos: Não basta amar os filhos. Mas, é necessário que eles se sintam amados na família. O amor aos filhos é a maior e melhor defesa da união conjugal. É, também, o melhor remédio preventivo contra as drogas, a criminalidade, as paixões desordenadas e o desvio de personalidade dos mesmos. A figura paterna (ou materna) negada (separações, ausência, alcoolismo, violência), gera desequilíbrio e crise de identidade nos filhos. O filho aprende a ser homem com o Pai e a mulher com a mãe ( processo de identificação). Sobre a criminalidade lembre-se: a pessoa não nasce violenta, mas ela se torna violenta! A violência é estrutural (família e sociedade). Os jovens que estão na criminalidade e vícios, não são maus! E sim, mal amados! Carentes!. Atitudes permanentes no cultivo da espiritualidade familiar: Deixar-se conduzir pelo Espírito, através da docilidade. É o E. Santo que transforma as famílias em testemunhas corajosas de Cristo e anunciadoras da sua Palavra ou seja, famílias missionárias. Cultivar, diariamente, a comunhão intima com Deus-Trindade, através do encontro com Jesus Cristo e sentir a alegria de convidar outras pessoas para viverem esta proximidade com Deus. Os cônjuges encontram em Cristo o ponto de referência para o seu amor esponsal. Saber fazer silêncio. Ter a capacidade de ouvir e auscultar a palavra de Deus diariamente. Lectio Divina: Leitura, meditação, contemplação e oração (Verbum Domini,66) Ser família de Oração: Somente rezando em conjunto com os filhos, Pai e Mãe cumprem o próprio sacerdócio real, entram na profundidade do coração dos filhos, deixando marcas que os acontecimentos futuros da vida não conseguirão apagar. A oração reforça a estabilidade e a solidez da família, fazendo com que ela participe da fortaleza de Deus. Ser uma família eucarística: Segundo expressão do Vaticano II, “o centro e a raiz” da família é a Eucaristia. O lar cristão não pode deixar de ser efetivamente “Cristocêntrico”. A Eucaristia deve ser o coração do Domingo, dia do cultivo da fé, da oração, do descanso, do lazer familiar e das visitas gratuitas aos amigos e doentes. Não podemos olhar o tempo só na ótica da produção e do dinheiro. Viver o espírito de caridade feita de “atenção, ternura, compaixão e generosidade para com o próximo”. A caridade é a essência do ser e do agir cristão. Estamos no mundo para amar e servir a Deus nas pessoas. Gestos de solidariedade enobrecem as famílias cristãs e incentivam os filhos. Ter caridade e agir na linha misericórdia com os irmãos de caminhada (Bispos, Padres, seminaristas, agentes Leigos, Pais de famílias). Sobretudo, quando cometem deslizes. Lembremos que a misericórdia e a graça de Deus são maiores que os erros humanos. Jesus chamou 12 apóstolos. Somente um (01) foi de definitivamente infiel! Outros 11 morreram mártires pela causa do evangelho e do reino de Deus! Vamos exaltar os que vivem com fidelidade, responsabilidade e generosidade sua missão na Igreja e na família, dando exemplo de heroísmo na cotidianidade da vida. Resgatar e cultivar a Religiosidade presente nas famílias: Oratório(cantinho de Jesus na casa), devoções(festas de Nossa Senhora e dos santos), Reza do Terço, bênção de casa, água benta etc.. Diálogo: É o alimento do amor e da paz familiar. O “silêncio” familiar é causa de muitos conflitos e até separações! É saber viver e conviver nas diferenças pessoais e culturais de cada um. Buscar sempre a unidade na diversidade, aprendendo com diferença do parceiro (a). Não se trata de tolerar. Mas de celebrar juntos a riqueza da diversidade! Solidariedade com os recasados (2ª. Ou 3ª. União...): Atitudes: Acolhimento, apoio e misericórdia.
3-      Textos bíblicos para aprofundamento: AT: Ex 17, 8-15, Gn 18, 20-32, Ex 32, 30-35, IReis 19, 1-16. NT: Jo. 15,1-17, Mt 11, 15 s, Mt 06,9-13, Lc 11, 2-5, Lc 18, 1s, Tg 1, 5-8, Lc 18, 9-14, Jo 17, 1 s, 2 Cr 2, 5-8, Gal 5, 13-26, Ef 4, 1-7, Fl. 2, 3-18, Cl 3, 1-17, Rm 20, 28-39 (Bento XVI) “Acreditar na família é construir o futuro”(J.Paulo II) “O futuro da humanidade passa pela família” (J.Paulo II) “Família, escola da fé e das virtudes sociais”(D.A,114) “educai as crianças para não seja necessário punir os adultos” Pe. Deusdédit Assessor eclesiástico da P. Familiar.

domingo, 8 de setembro de 2013

CARTA PASTORAL DE DOM ALFREDO



Caríssimos Padres
     Saúdo a todos irmãos e irmãs na fé, saúdo os padres e consagrado da Diocese de Parnaíba.
     Alegres, participamos do 4º Retiro Missionário Diocesano das Santas Missões Populares cujo projeto começou em 2009, após o grande apelo que a Conferência Latino Americana dos Bispos que aconteceu em Aparecida fez para uma missão continental.
    Assim também na nossa Diocese optamos por esta caminhada pastoral. Tantas iniciativas aconteceram ao longo destes anos, quanto testemunho de fé presenciamos em todos os cantos e recantos da Diocese. Quantas comunidades e até paróquias tomaram consciência que nós só somos a Igreja de Jesus Cristo, se formos uma Igreja Missionária.
     Atualmente as comunidades primitivas viviam da experiência do encontro com Jesus Cristo, pela fé, como razão maior para viver. O encontro com o Senhor determinava o estilo de vida da comunidade e atraía cada vez mais pessoas que buscavam o batismo. O discípulo gerava a comunidade pela alegria dos irmãos por estarem unidos na mesma experiência. A esperança do Reino de Deus anunciado por Cristo, desperta nos cristãos o compromisso de trabalhar por um mundo melhor e esperar a plena realização dos novos céus e da nova terra. (cf 2Pd 3,13)
     As pessoas fazem a triste experiência de serem usadas como objetos de manobras obscuras. Encontram-se cada vez mais sinais no mundo inteiro de uma crise de valores e consequentemente aparece uma profunda crise de um sentido de vida.
     Por isso o grito que vem da rua nos fala: “Este não é o mundo que sonhamos”.
    A ordem de Deus não é para possuir e explorar a terra, mas um chamado à responsabilidade. Não devemos compactuar com a globalização da indiferença.
     Nestes tempos de mudança de época, precisamos de silêncio, de discernimento, e de reencontro humilde conosco e com Deus, mas também com os outros e com o mundo. Na convivência harmoniosa com os outros a pessoa está se realizando.
     Por isso, a Missão existe para interpelar, questionar, sacudir e acordar energias adormecidas, olhar novos horizontes.
     Mas não existe missão com conversão. Missão enche de esperança, de futuro nas mãos, de querer avançar.
     Conversão tem a ver com estilo de vida, com opões. Não há conversão sem transformação. Missão é algo permanente, porque a vida é missão. Como realizar esta missão nas nossas comunidades e paróquias? Que meios devemos escolher para viver a missão no relacionamento com os outros?
     Pode ser uma visita, um encontro, uma saudação, um gesto de solidariedade, um telefonema, etc.
     Cada comunidade deve abraçar a iniciativa concreta para erguer uma nova comunidade. Um dia outros vieram para formar a nossa comunidade, hoje devemos ser nós que vamos motivar e acompanhar a formação de uma nova comunidade.
     Missão é sempre intimamente ligado a fé e a vivência da fé na vida de cada dia. Vejam o exemplo que encontramos no Evangelho de São Lucas. Certo momento Jesus disse a Simão: “Avance para águas mais profundas, e lancem as redes para a pesca”. Simão um pescador muito experiente, respondeu: “Mestre não dá, tentamos a noite inteira, e não pescamos nada, mas em atenção a tua Palavra, vou lançar as redes. Foi um ato de fé”. (Lc 5, 4-5)
     Quantas vezes nos confrontamos com o silêncio de Deus, quando acontece, por exemplo, uma catástrofe natural como no Haiti quando mais de 200.000 pessoas morreram e outras tantas foram feridas e a cidade destruída num terrível terremoto.
     O silêncio de Deus, sem resposta, incomoda e causa um sofrimento profundo. O próprio Jesus Cristo na cruz passou por isso quando falou: “Meu Deus, meu Deus porque me abandonaste” (Mt 27,46). Jesus enfrentou muitos conflitos por causa da fidelidade a missão.
     Diante de um mundo cada vez mais desigual e dividido onde se avalia tudo sobre um aspecto econômico e utilitarista, temos a missão a partir da Palavra de Deus,  fazer um questionamento e anunciar a Boa Nova que é o caminho para uma verdadeira vida com dignidade.
     Nos momentos da vida em que se fica sem convicções claras e corajosas, quando se fica sem rumo e desmotivado, precisamos de missionários com uma experiência profunda de Deus, uma experiência mítica. “Numerosas multidões se reuniam para ouvi-lo e serem curadas de suas doenças. Mas Jesus se retirava para lugares desertos, afim de rezar” (Lc 5, 15-16).
     A missão continua, porque nós só somos Igreja de Jesus Cristo e formo uma Igreja missionária. Por isso precisamos avançar nesta dimensão missionária. Tudo que aconteceu até agora nesta caminhada missionária, foi apenas uma grande preparação para que cada paróquia se torne uma comunidade missionária. Fundar novas comunidades com a participação das comunidades vizinhas, essa deve ser a meta.
     Nesta dimensão missionária é importante que tenhamos a consciência que cada missionário deve viver pessoalmente o que se quer transmitir ao outros. (Mt 23,3)
     Por isso, convoco todas as paróquias até o fim deste ano que realizem o 4º Retiro Missionário paroquial que tem como objetivo a constituição das COMIPAS (Comissão Missionária Paroquial).
     As COMIPAS não devem ser mais uma pastoral ou movimento, é muito mais uma dimensão que precisa transpassar todas as pastorais, movimentos e serviços eclesiais nas paróquias existentes.
     Peço que estabeleçam metas na ação pastoral e não vamos repetir apenas modelos velhos. Por exemplo: O que estamos fazendo para que os festejos sejam em primeiro lugar, momentos de uma intensa evangelização, especialmente para as pessoas que não participam regularmente na vida eclesial?
     Como anda a nossa catequese? Será que todas as crianças que foram batizadas na paróquia participam da catequese?
     Pela boa vontade de muitas pessoas conseguimos avançar na auto-sustentação através da Pastoral do Dízimo. Mas será que estamos também colocando sinais concretos da dimensão social do Dízimo? Em que consistem esses sinais? Somos uma Igreja Samaritana?
     O que estamos fazendo em relação a nossa atenção às pessoas da terceira idade? Nossos salões paroquiais durante a semana estão abertos ou trancados? Vamos criar espaços para que as pessoas da terceira idade possam se encontrar e formar uma Pastoral da Terceira ou Melhor Idade.
     Vamos nos inspirar na regra de vida dos missionários elaborada pelas primeiras comunidades, tirada dos ensinamentos de Jesus. (Mt 10, 1-42) ou (Lc 10, 1-24)
     Estamos celebrando o ANO DA FÉ. Cada paróquia desenvolveu atividades concretas que ajudem no aprofundamento da fé.
     Assim sendo como Bispo da Diocese de Parnaíba, convido para uma grande ROMARIA DIOCESANA no dia 13 de setembro de 2013.
     Cada paróquia procure articular pelo menos dois ônibus com as pessoas que querem participar desta grande romaria que vamos fazer para o SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA na Serra Grande, na cidade de São Benedito/CE, às 12h no dia 13 de setembro. Convido todos os padres do nosso presbitério, junto com os romeiros da nossa Diocese para este grande gesto de fé. Vamos celebrar juntos, nossa fé neste grande santuário que é dedicado a Nossa Senhora de Fátima.
     Segue em breve um material, tanto cartazes como folders para a orientação desta primeira romaria diocesana.
     Pela intercessão de Nossa Senhora: Mãe da Divina Graça, invoco a bênção de Deus, sobre todos os fiéis desta nossa querida Igreja Diocesana de Parnaíba.
     Parnaíba, Festa de Nossa Senhora do Carmo de 2013
┼ Alfredo – Bispo de Parnaíba

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

FORMAÇÃO DE NOIVOS - MÊS DE SETEMBRO

     Hoje a noite participamos da formação de noivos no convento São Sebastião, com as palestras: Plano de Deus e Sexualidade no Matrimônio.
Agentes pastorais Lurdinha, Conceição e Borges com o casal de noivos Rosângela e Tiago (Rosângela já foi aluna de Borges quando este era professor)
     Sexta-feira, dia 06/09 aconteceu a palestra "Paternidade Responsável" com o professor José Bem, e "Sacramento do Matrimônio" com Frei Cicero.
 Casal de noivos Fabricia & Francisco, Rafael & Poulyana, Rosângela & Tiago, Yara & José Raimundo, Rafael & Savina e Professor José Bem proferindo a palestra
 Keyla e Poulyana apresentando o resultado do trabalho de grupo
 Savina e Rosângela apresentando o resultado do trabalho de grupo
Casais de noivos com Frei Cicero

AS DROGAS, A FAMÍLIA E A SOCIEDADE



O que é droga?

     No contexto legal e no sentido corrente (fixado depois de quase um século de repressão ao consumo de certas drogas), o termo "droga" refere-se, geralmente, a substâncias psicoativas e, em particular, às drogas ilícitas ou àquelas cujo uso é regulado por lei, por provocarem alterações do estado de consciência do indivíduo, levando-o eventualmente à dependência química (haxixe, ácido lisérgico, mescalina, álcool etc.). Certos fármacos de uso médico controlado, tais como os opiáceos, também podem ser tratados como drogas ilícitas, quando produzidos e comercializados sem controle dos órgãos sanitários ou se consumidos sem prescrição médica. (acordo Wikipédia)

     No que concerne ao individuo (o dependente de qualquer droga)

- é obrigado a procurar a droga;

- torna-se escravo da droga;  

- fica escravo do traficante;

- é conduzido a aumentar as doses e passa de dependente a traficante;

- Perde o amor ao trabalho, à família e à sociedade;

- Perde a saúde, torna-se ladrão, estuprador, assassino e pode acabar assassinado, ou caminhar para o suicídio.

     No que concerne a família:

     Cabe aos pais a orientação e a educação dos filhos. Na época atual, mais que em qualquer outra, os pais devem dialogar permanentemente com os filhos, conhecendo seus hábitos, suas tendências e, sobretudo, suas companhias.

     As ameaças, o rigor excessivo, os castigos e as ofensas não são aconselháveis.

     Os pais precisam tratar os filhos com brandura, dedicação e carinho.

     O exemplo dos pais é o fator mais seguro na educação dos filhos.

     Observar o conselho de nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 26,41) “Vigiem e rezem, para não caírem em tentação, porque o espírito está pronto, mas a carne é fraca.

     No que concerne à sociedade:

     A educação não é apenas, tarefa de governo. O cinema, o teatro, a televisão, o rádio, os jornais, as revistas, a internet, os clubes recreativos, as sociedades culturais, e outros elementos devem ter, no fundo, um caráter educacional.

     O trabalho honesto, a adoção dos princípios bíblicos constituem os maiores antídotos na prevenção às drogas.

     Na Igreja, temos grupos e movimentos de jovens que ajudam os jovens a se encontrarem, encontrarem o caminho para uma vida saudável. Em nossa paróquia São Sebastião, temos por exemplo, grupos como: Acólitos, Chama Viva, Pastoral da Juventude, PES (Perseverantes no Espírito Santo), Shekinah, ... (Basta entrar em contato com nossa secretaria pelo telefone 3322-1366 ou e-mail saosebastiaoparnaiba@yahoo.com.br)
(Adaptado de J.R. da Graça)

terça-feira, 3 de setembro de 2013

REUNIÃO ORDINÁRIA MENSAL DA PASTORAL FAMILIAR - SETEMBRO/13

     Hoje a noite na residência do casal Armando & Lurdinha, fizemos nossa reunião mensal, onde foi feito o repasse do que aconteceu na reunião mensal do Conselho Pastoral Paroquial, o planejamento de nossas ações do corrente mês e  avaliação da Semana Nacional da Família paroquial.


Agente pastoral Lia entregando a Isabele o brinde do bingo da amizade

À LUZ DA FÉ


DIVULGANDO, ESTUDANDO E CELEBRANDO A PRESENÇA DA FAMÍLIA NA PRIMEIRA CARTA ENCÍCLICA DO PAPA FRANCISCO - LUMEM FIDEI

No capítulo IV - DEUS PREPARA PARA ELES UMA CIDADE
(cf. Hb 11, 16), nos números 52 e 53 da Encíclica o nosso Papa Francisco trata da Fé  e a Família.


52. No caminho de Abraão para a cidade futura, a Carta aos Hebreus alude à bênção que se transmite dos pais aos filhos (cf. 11, 20-21). O primeiro âmbito da cidade dos homens iluminado pela fé é a família; penso, antes de mais nada, na união estável do homem e da mulher no matrimônio. Tal união nasce do seu amor, sinal e presença do amor de Deus, nasce do reconhecimento e aceitação do bem que é a diferença sexual, em virtude da qual os cônjuges se podem unir numa só carne (cf. Gn 2, 24) e são capazes de gerar uma nova vida, manifestação da bondade do Criador, da sua sabedoria e do seu desígnio de amor. Fundados sobre este amor, homem e mulher podem prometer-se amor mútuo com um gesto que compromete a vida inteira e que lembra muitos traços da fé: prometer um amor que dure para sempre é possível quando se descobre um desígnio maior que os próprios projetos, que nos sustenta e permite doar o futuro inteiro à pessoa amada. Depois, a fé pode ajudar a individuar em toda a sua profundidade e riqueza a geração dos filhos, porque faz reconhecer nela o amor criador que nos dá e nos entrega o mistério de uma nova pessoa; foi assim que Sara, pela sua fé, se tornou mãe, apoiando-se na fidelidade de Deus à sua promessa (cf. Hb 11, 11).
53. Em família, a fé acompanha todas as idades da vida, a começar pela infância: as crianças aprendem a confiar no amor de seus pais. Por isso, é importante que os pais cultivem práticas de fé comuns na família, que acompanhem o amadurecimento da fé dos filhos. Sobretudo os jovens, que atravessam uma idade da vida tão complexa, rica e importante para a fé, devem sentir a proximidade e a atenção da família e da comunidade eclesial no seu caminho de crescimento da fé. Todos vimos como, nas Jornadas Mundiais da Juventude, os jovens mostram a alegria da fé, o compromisso de viver uma fé cada vez mais sólida e generosa. Os jovens têm o desejo de uma vida grande; o encontro com Cristo, o deixar-se conquistar e guiar pelo seu amor alarga o horizonte da existência, dá-lhe uma esperança firme que não desilude. A fé não é um refúgio para gente sem coragem, mas a dilatação da vida: faz descobrir uma grande chamada — a vocação ao amor — e assegura que este amor é fiável, que vale a pena entregar-se a ele, porque o seu fundamento se encontra na fidelidade de Deus, que é mais forte do que toda a nossa fragilidade.

Em Cristo,